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Jogada Ensaiada
Felipe Rangel celebra o bom momento em 2026
Atacante do São Luiz de Ijuí relembrou das dificuldades e planejou o presente e o futuro da carreira
Por: Eduardo Faria
Publicado em: terça, 24 de fevereiro de 2026 às 09:50h
Atualizado em: terça, 24 de fevereiro de 2026 às 09:56h

Era de um artilheiro que o Jogada Ensaiada precisava, e foi por isso que a nossa equipe entrevistou na noite da última segunda-feira, 23, o atacante do São Luiz de Ijuí, Felipe Rangel. Vivendo um bom momento na disputa do Gauchão com a camiseta do Rubro, o jogador que teve uma passagem pelo União Frederiquense relembrou os maiores desafios de sua carreira e comemorou a boa fase em 2026.

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De Condor para o RS

Nascido na pequena cidade de Condor, que conta com pouco mais de 6 mil habitantes, o desde muito cedo Felipe Rangel já possuía o sonho de ser jogador de futebol, dando os seus primeiros passos na escolinha do Greminho de Condor. Se destacando entre os outros meninos, o jovem atacante seguia firme com o seu sonho, mesmo após reprovar três vezes nos testes para a escolinha do Grêmio.

União e oportunidades

Com muitas portas se fechando na carreira, Felipe Rangel já pensava em outros rumos para a vida, trabalhando como professor nas aulas de uma escolinha de futebol de Condor. A oportunidade bateu na porta do atacante – na época chamado de Felipinho – quando o convite para atuar no União Frederiquense surgiu, contando com o intermédio do ex-jogador e empresário, Douglas Rinaldi.

E foi no Leão da Colina onde o jogador fez o seu nome para o cenário gaúcho, contando com uma parceria mais do que importante do seu treinador da época, Jaílson Zatta, definido por Felipe Rangel como um “segundo pai” na sua vida. “Nunca esqueci e nunca vou esquecer do Jaílson Zatta e do que ele foi pra mim.”, destaca.

Ao mesmo tempo que despontava com a camisa do time de FW, o atleta vivia com os obstáculos da carreira, dentre eles, o acordo que fez com a diretoria do Leão da Colina, onde recebia uma remuneração considerada um tanto quanto baixa, “Quando eu fui pro União Frederiquense eu ganhava R$ 1000,00 de ajuda de custo.”, conta o atacante.

Desbravando SC

Com o seu destaque na Divisão de Acesso, Felipe Rangel recebeu propostas de clubes de Santa Catarina, tendo jogado por um curto período na Chapecoense, para depois ir para o Atlético Concórdia, treinado pelo seu velho amigo Zatta. Pela equipe catarinense, o atacante fez história, marcando um dos gols da vitória da equipe sobre a Ponte Preta pela primeira fase da Copa do Brasil, naquela que é considerada pelo jogador como a partida mais importante de sua carreira.

Voando em 2026

Celebrando o momento vivido, Felipe destaca a importância do seu atual treinador, Paulo Henrique Marques, que promoveu a sua mudança de função no ataque, passando de um atacante de lado para um centroavante falso-nove. Atualmente com 23 anos, o atleta considera estar na sua melhor fase, sendo o artilheiro do São Luiz no Gauchão com três gols marcados, sendo um contra o Internacional no Beira-Rio e outro na última partida diante do Caxias pelas semifinais da Taça Farroupilha.

Às vésperas da final da Taça Farroupilha contra o Novo Hamburgo, o ex-jogador do União Frederiquense diz manter foco no total na decisão para apenas depois pensar no futuro e nas oportunidades que pode ter após o Campeonato Gaúcho. “Tomara que venha alguma proposta ‘lá de cima’, mas eu estou focado no São Luiz e estou fazendo o meu trabalho. Pra isso aí eu nem dou conversa.”, afirma.

Confira a entrevista completa.

 

Fonte: Jornal O Alto Uruguai