Pode ser que sim, pode ser que não. A verdade é que este lamentável fato pode acontecer. Ninguém o deseja. Não se trata de buscar culpados. Isto é como uma doença. Por acaso algum ser humano deseja uma enfermidade? Mas elas aparecem. São inevitáveis. O que fazer? Simples. Fazer o que todo o mundo faz: Buscar a Cura! Procurar o remédio! BASTA QUERER. E a solução não está longe de casa.
Em quase todos os municípios funciona o CAPS (Centro de Atendimento Psico-social). Aqui em Frederico Westphlaen, a assistente social se chama Cleusa Bortoluzzi, cujo celular é 984 771 580 e o telefone do CAPS é 3744 1290. Ela recebe o doente e o encaminha ao Hospital Divina Providência, fone 3744 4888. A Chefa do setor é a Vera Roggia, celular 999 476 433. No Hospital o paciente passa por um período de geralmente uma semana, para desintoxicação, quando é expelido do organismo o veneno da droga ou do álcool. Após este tratamento, a pessoa se sente aliviada, vive uma aparente euforia, e julga que está perfeitamente curada. Só que esta planta daninha deixou suas raízes e, por quaisquer razões, volta a florescer. E a doença volta a se instalar no organismo do paciente.
O que fazer? Estudos e experiências mostram que uma recuperação completa e definitiva leva aproximadamente nove meses. Poderíamos dizer que a é “gestação de um novo homem”. E a solução está a dez passos. Aqui mesmo na cidade, na saída para Caiçara, próxima à entrada de São José, fica a Fazenda Cristo Rei. É uma casa que executa exatamente esta atividade. Confirmar a cura do doente. Seu Presidente é o Cidadão Paulo Brizola e o telefone da fazenda é 3744 1161. Muitos dependentes já se trataram nesta Casa, com resultados excelentes. O custo? A maioria das prefeituras encaminha estes dependentes e arca com boa parte dos custos. Sabem qual o maior problema? QUERER. Frequentemente a vítima não quer deixar aquela triste situação e não tem mais forças para reagir. E então, os familiares que sofram!!!
Quem já sofreu este drama, sabe quão doloroso é. O problema pode se agravar e as consequências são discórdias no lar, separações, não só perda mas até anulação da identidade. A sociedade marginaliza o dependente. E a família, que deveria ser um ambiente de amor e de alegria, se transforma num vale de lágrimas e frustração.
Segundo estatísticas da Fiocruz, no Brasil, em cada cinco brasileiros, um exagera no álcool. E é também o álcool que causa em média 12 mortes por hora, no território nacional. Relacionado à droga, os dados também acusam o montante de 3,5 milhões de usuários. São dependentes químicos viciados principalmente em cocaína e crack. E se não bastasse, 14 milhões de cidadãos já experimentaram a maconha, o maior vício no Brasil. Vale um alerta para os pais: por mais que protejam o filho em casa, a rua é a morada principal do vício.
Em todo o caso, o recado está dado: Existe, debaixo do seu nariz, o remédio para a cura. A Fazenda Cristo Rei tem as portas abertas para acolher todo e qualquer doente. A única exigência é VONTADE. Amanhã, não chore. Até Deus respeita a liberdade!